10 Dicas Imperdíveis Para Planejar Uma Aula De Treinamento Funcional

Na hora de falar para seu novo aluno sobre o Treinamento Funcional você prega como ele é tudo de bom. Praticando a pessoa conseguirá melhorar a forma, se movimentar melhor e ter uma vida mais saudável em geral. Essa pessoa compra a ideia, fecha um plano com você e começa a treinar.

Mas um mês depois ela desapareceu das aulas. De vez em quando ela aparece para se exercitar com uma desculpa esfarrapada de porquê anda faltando. O instrutor sabe que treinando nesse ritmo ela nunca chegará onde quer. Ainda existe um grande risco desse aluno abandonar a aula de Treinamento Funcional completamente.

Sempre queremos evitar esse tipo de situação. Para quem depende das aulas para a renda o abandono é um problema sério. E também é um problema para o aluno que deixou de perder peso, se reabilitar de uma lesão ou melhorar sua vida por falta de motivação.

Agora vou te contar qual é a única maneira de manter seu aluno interessado e sempre presente na aula de Treinamento Funcional:

Preparando uma boa aula.

Parece simples, mas muita gente erra nisso e perde alunos. É exatamente por esse motivo que separei essas 10 dicas para montar a aula de Treinamento Funcional perfeita. Continue lendo para aproveitar!

  1. Prepare a aula com antecedência

Você ficaria impressionado pelo número de pessoas que deixam para preparar aulas na última hora.

Sei que a vida é corrida. É tanta coisa para fazer que o dia precisaria de 48 horas para dar tempo de tudo. Também passo por isso diariamente e temos que começar a entender que não é motivo para piorar a qualidade das aulas.

O aluno te procurou para conseguir melhorar seu corpo e aptidões físicas e você deve esse resultado a ele. A única maneira de atingir os objetivos do aluno é através de uma boa preparação de aula.

Mesmo que você precise parar no domingo à noite para isso, faça. Não adianta deixar para reunir uns 10 exercícios 30 minutos antes da sessão da turma começar.

Quer uma dica?

Marque no seu planejamento diário que a primeira tarefa do dia é preparar as aulas. Acorde, tome café e sente para fazer isso. De preferência tente manter seu planejamento adiantado, assim ficar um dia sem fazer não ficará muito prejudicado.

  1. Tenha sempre variações preparadas

Como é seu planejamento de aula?

Imagino que você use um protocolo para cada um dos alunos ou turmas. Nele você tem exercícios, número de séries, repetições e ordem dos exercícios. Talvez também tenha alguma observação para um aluno especial.

Mas você já pensou em deixar ideias para mais de um exercício para cada fase da aula?

Parece confuso, mas é bastante simples. Nem sempre o aluno consegue fazer o exercício que escolhemos com qualidade.

Acho que isso já acontece com você. A aula está correndo bem, o aluno faz todos os exercícios direitinhos. Porém chega na hora de alguns exercícios mais específicos e ele não consegue fazer uma flexão completa de jeito nenhum.

Quando isso acontece o instrutor geralmente acaba improvisando. Numa turma onde alguns alunos têm dificuldades para fazer flexão ele diria “Faz com o joelho no chão”. E assim a aula segue.

Mas será que conseguimos corrigir o problema do aluno com um mero improviso? E mesmo que o exercício improvisado seja eficiente, talvez o aluno também não consiga fazer.

Também existe a situação contrária, a pessoa acha o movimento fácil demais. Acontece e devemos estar preparados para isso.

Portanto, sempre tenha no seu protocolo uma ou mais variações, facilitadas e dificultadas dos movimentos. Elas servirão caso um problema desse tipo apareça no meio de uma aula. Tendo esse plano B preparado você consegue reagir mais rápido e manter a qualidade da sessão.

  1. Tenha uma evolução dos treinos em mente

Planejar aulas individualmente é um grande erro e logo você entenderá porquê.

Todo aluno deve ter uma evolução de seu treinamento, afinal de contas, ele quer chegar a um objetivo específico. Mesmo que ele só queira treinar para manter a saúde ele terá que evoluir em algum ponto.

Logo que a pessoa chega no seu espaço ela está em período de adaptação ao Treinamento Funcional. Detalhe, todo mundo passa por esse período, mesmo que seja alguém que treinava outra coisa anteriormente.

Depois disso esse novo aluno começará a evoluir tanto em dificuldade quanto em intensidade das sessões. E fazer isso sem planejamento é pedir para que o aluno fique desmotivado e te abandone de vez.

Existem vários tipos de planejamento, como mencionei no meu artigo sobre Treinamento Funcional para atletas. O semanal é importante, porque ele envolve cada aula, te ajudando a progredir durante a semana.

Porém também devemos saber em qual direção nossas aulas estão indo. Não existe necessidade de preparar todas as aulas do mês, do bimestre ou do trimestre. Porém é interessante ter um calendário com as evoluções do treinamento.

Tente deixar marcado pelo menos quando os alunos aumentarão as intensidades e complexidade dos exercícios. Assim você também prepara um guia para a hora de montar cada aula individual.

  1. Planeje pensando em um aluno médio

Quem trabalha com aula de Treinamento Funcional em grupo sabe como é raro trabalhar com alunos no mesmo nível. Como instrutor, você não pode pedir para um aluno mudar de turma de acordo com suas aptidões e nível.

Então provavelmente trabalharemos com alunos de níveis variados, capacidades diferentes e problemas de coordenação variados. Isso quando não estivermos com patologias diferentes.

Se você sabe como isso é, então deve imaginar a dificuldade para preparar essas aulas. Felizmente existe um truque que podemos usar para facilitar nossa vida de instrutor. Pense em um aluno médio.

Nem seu melhor aluno nem seu pior aluno podem servir como base para escolher os exercícios. Vamos compreender o motivo.

Imagine uma aula feita para aquela pessoa da turma com ótimo condicionamento físico. Esse aluno vai conseguir fazer a aula e praticamente todo o resto ficará de lado olhando. Se os exercícios forem muito desafiadores os outros alunos desistirão e ficarão desmotivados.

Agora imagine uma aula com exercícios para o pior aluno. Os outros vão ficar entediados. Tudo está muito fácil, eles vão completar o movimento rápido e ficar conversando. A falta de desafio é outro fator desmotivador e que faz com que alguém abandone as aulas.

Para ter uma aula ideal imagine como seria seu aluno médio. Aquele que não é muito avançado, nem está indo muito mal. Exercícios que ele consegue fazer serão mais desafiadores para aquela pessoa menos avançada, porém possíveis. Da mesma maneira, quem é mais avançado também conseguirá fazer e até com maior intensidade.

  1. Faça uma aula de Treinamento Funcional variada

Nós temos dezenas de exercícios no Treinamento Funcional. Combine isso com todos os acessórios que podemos utilizar, e você tem possibilidades infinitas.

Aproveite isso na sua aula. Querendo ou não, nossos alunos abriram mão do seu tempo livre para comparecer ao Treinamento Funcional. Portanto eles também esperam um pouco de divertimento ali.

Alunos adultos são bem mais focados, mas uma aula pelo menos um pouquinho lúdica ajuda a manter sua frequência. E uma ótima maneira de garantir que eles estão sempre interessados é utilizando novidades.

Sei que muita gente está sempre correndo atrás de variações de exercícios para deixar a aula mais interessante. Essa é uma ótima maneira e realmente vai deixar o aluno ansioso para cada aula.

Às vezes pode ser difícil pensar em uma variação de exercícios que sejam aplicáveis em aula. Felizmente existem vários exercícios disponíveis online. Recomendo acessar os exercícios que posto diariamente no Facebook e no Youtube.

  1. Use um aquecimento adequado

Sabemos que o aquecimento é algo essencial no Treinamento Funcional. Na verdade, ele nunca deve ser esquecido em qualquer atividade física.

Durante o aquecimento seu aluno consegue preparar o corpo para a prática física. Ele melhora a coordenação motora, tempo de resposta, lubrificação das articulações e diminui a probabilidade de lesão. Deu para entender como é importante, certo?

Só é interessante lembrar que um aquecimento feito de qualquer jeito nunca te dará esses resultados. Quem acha que chegar na academia, dar uma corrida na esteira é sinônimo de aquecer com qualidade está errado.

Na hora de preparar a aula você deve pensar também em como será o aquecimento. Para isso pense em:

  • Principais dificuldades do seu aluno;
  • Exercícios que serão realizados na aula;
  • Intensidade da aula.

Sabendo quais são as dificuldades do aluno, você conseguirá preparar suas musculaturas com compensações ou desequilíbrios. Inserir exercícios de ativação muscular para grupos como Core e glúteos é uma boa ideia no aquecimento.

Pense agora tanto nas dificuldades do aluno quanto nos exercícios que ele terá de fazer. Você consegue preparar um aquecimento que o deixa pronto para realizar o movimento com maior qualidade.

Por fim, a intensidade da aula também determina a intensidade do aquecimento. Uma aula mais moderada pode dar certo. Já um treino intenso, como um HIIT, precisaria de algo também mais intenso.

  1. Misture aptidões físicas na aula de Treinamento Funcional

Na academia de musculação convencional é normal dividir o tipo de treino. Isso é facilmente explicável já que os exercícios dessa modalidade focam em partes isoladas. Então faz sentido trabalhar membros superiores em um dia e inferiores no outro.

Uma aula de Treinamento Funcional é completamente diferente. A modalidade trabalha o corpo como um todo e dá preferência a exercícios multiarticulares. Não faz sentido e nem é indicado separar partes individuais para trabalhar.

Isso pouca gente faz, até por ser muito difícil fazer uma aula de TF só com exercícios isolados. Mas há quem queira dividir as aulas por aptidões físicas.

O Treinamento Funcional procura trabalhar todas as características que serão úteis em atividades diárias, como:

  • Coordenação motora;
  • Flexibilidade;
  • Mobilidade;
  • Estabilidade;
  • Equilíbrio;
  • Força.

Essas habilidades se completam, sendo que um corpo nunca será completamente funcional só com uma ou duas delas. Por isso evite separar uma aula só para trabalhar flexibilidade ou mobilidade ou até só equilíbrio.

Claro, existem casos isolados onde esse trabalho pode ser necessário. Um aluno com falta de mobilidade extrema talvez precise dedicar uma hora de aula só para isso. Porém é importante lembrar que essa não deve ser a regra para nossas aulas de Treinamento Funcional.

  1. Prepare treinos individualizados

Cada pessoa é diferente, cada turma é diferente então cada aula deve ser diferente. Você que é um profissional do Treinamento Funcional dedicado sabe disso.

Se sabemos isso, é necessário implementar no nosso planejamento do treino. Alguém que acha que preparar uma aula só e aplicar para todo mundo e todas as turmas deve repensar seus conhecimentos.

Tente preparar uma aula de Treinamento Funcional individualizada ao máximo.

Se você trabalha com Grupos?

Até uma aula para grupos pode ser especializada. Ou todas as suas turmas têm uma composição parecida?

Pense sempre nas necessidades individuais, ou mais presentes, nos alunos. A aula será focada neles para ajuda-los a atingir seus objetivos de maneira mais rápida.

Nessa individualidade devemos considerar os desequilíbrios, dificuldades e facilidades do aluno. Pensando nisso você conseguirá exercícios mais desafiadores e que trabalhem aquele corpo nas características que ele mais precisa.

A não ser que você queira ser um instrutor com poucos atrativos, evite ao máximo aulas padronizadas para todos. É até possível ter um padrão de aula para certos níveis ou patologias, mas ele deverá ser alterado de acordo com as características de cada um.

Lembrem do que eu sempre falo: não existe receita de bolo para tratar ou treinar um aluno. Cada um terá seus próprios problemas de movimento a serem resolvidos.

  1. Mantenha seus alunos informados sobre sua evolução

A informação é a chave para ter um aluno motivado. Minha recomendação é sempre contar para cada um dos seus alunos como ele está evoluindo.

Para ter essas informações, você também deverá seguir uma rotina de avaliações bastante frequente. Calma, não precisa separar uma aula de avaliação a cada mês. É possível espalhar exercícios avaliatórios durante uma ou duas aulas normais.

Assim você consegue perceber a evolução do aluno sem atrapalhar seu calendário de aulas. O Treinamento Funcional nos oferece a possibilidade de avaliar o corpo com os próprios exercícios da aula como afundos e pranchas. Então tudo fica mais fácil.

Com os resultados da avaliação em mãos, explique para o seu aluno como ele está progredindo. Se essa pessoa tinha alguma patologia ou disfunção, é interessante mostrar como seu corpo está ultrapassando esses limites.

Também mostre os desequilíbrios que ela já ultrapassou e como seu nível de condicionamento físico está melhorando. Mesmo que esses sejam resultados possíveis de perceber na vida cotidiana, o aluno se sentirá bem de ouvir do instrutor.

Ao sabermos que podemos evoluir em uma certa atividade, é normal querermos nos dedicar ainda mais a ela. Se você continuar realizando avaliações que mostram ao aluno sua progressão ele provavelmente irá em todas as aulas.

Conclusão

O Treinamento Funcional é uma modalidade completa, perfeita para diversos objetivos. Seu aluno já sabe o que ele queria quando começou a praticar, mas ainda pode ficar desmotivado.

Cabe a você mantê-lo interessado na prática de atividade física e ajuda-lo a conseguir chegar onde deseja. Comparecer às aulas é a única maneira real desse aluno melhorar seu corpo e sua mente.

Então quanto melhor for a aula preparada pelo instrutor melhor. As 9 dicas desse artigo devem te ajudar na preparação de uma aula de Treinamento Funcional perfeita, não deixe de aplicá-las.

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Em 2010 minha carga horaria de trabalho era muito puxada, trabalhava 12 horas por dia e tinha mais de 300 treinos para montar todo inicio de mês, e era uma loucura, só que todos esses treinos, viraram meu banco de dados, e consegui separar os melhores e treinos que mais deram resultados e criei um método que te entrega o treino que você deseja e menos de 5 minutos, sem precisar sair de casa. Veja que fantástico, você receber seu treino, um hiit de 12 minutos para treinar em casa. É algo que testei por pelo menos 9 anos, com pessoas como você, e com atletas, e que deram muito resultado tanto estético quanto melhoras no condicionamento físico, sem falar dos benefícios que por si só a atividade física promove!

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Como treinar em casa para ter resultados?

Uma pergunta difícil: como treinar em casa? Trabalho, estudo, filhos, família, amigos, eventos…Temos uma série de compromissos que nos fazem ter menos tempo para treinar. A boa opção é você treinar em casa, mas é possível? 

Treinar em casa já é uma realidade para muita gente, comprar aparelhos e máquinas é muito fácil até mesmo pela internet. Quem não tem aquela esteira ou bicicleta ergométrica em casa que virou um novo guarda-roupa?

 

Todo mundo sabe da importância da atividade física, os médicos, professores, a Organização Mundial da Saúde, imploram para que as pessoas sejam ativas fisicamente, mas sabemos que não é fácil, e treinar em casa pode ser uma grande solução para você.

Apesar de ser mais acessível existem algumas barreiras que te bloqueiam para permanecer na ativo.

Como treinar em casa e ter motivação?

Essa é uma das questões mais difíceis, mas que concluída lhe trará todo o resultado.

Rotina – Diferente de uma academia, na sua casa você tem várias opções de conforto, internet, tv, sofá, cama, livro, vídeo – game ou obrigações, fazer almoço, lavar carro, cuidar das crianças, etc.

Definir uma rotina será importante para você e para as pessoas que moram com você, por exemplo, todas as terças e quinta você irá treinar por 30 minutos. Ao definir isso sua cabeça e seus familiares já saberão o que está programado e irão se organizar de certa forma para que seu treino ocorra.

Como toda rotina, precisa ser feita sistematicamente, até se tornar um hábito, fazer por 1 semana e depois parar e querer voltar daqui a 2 semanas, além de ser frustante, não irá ajudar.

como treinar em casaPense no melhor horário para você. Talvez seja preciso se sacrificar um pouco, conheço uma aluna que treina às 6 horas da manhã de terça e sexta-feira.

Esse é um horário difícil para muita gente, para ela também é, porém foi o que deu certo, pois às 7 horas as crianças precisavam acordar e após isso era compromisso o dia inteiro. A propósito, ela está tendo ótimos resultados.

Resultados – Quem não se empolga quando está vendo que está mais forte, ou mais magro, o resultado será muito motivador, porém não espere que após um mês de treino você já tenha alcançado sua meta. Um passo de cada vez e você chegará lá. Se você busca emagrecer indico esse artigo para você criar sua meta. Metas para emagrecer.

Com o passar do treinos, você sentirá sua postura melhorando, seu condicionamento, seu entusiasmo, sono, alívio de doresalívio do estresse, pequenas coisas que faram seu dia-a-dia melhor. Não foque apenas no estético, eles virão também.

Como treinar em casa com segurança?

Isso é um ponto importante, pois se você treinar sozinho e se machucar será pior do que não fazer nada, concorda?

Exercício de internet – Para isso é importante não copiar exercícios que você vê na internet, InstagramYoutube. Só porque a modelo faz aquele exercício de cabeça para baixo e ela tem o abdômen trincado.

Não que você não consiga, porém o risco é muito alto para um efeito que você consegue com exercícios tradicionais, sem se colocar em perigo.

Copiar treinos – Isso é comum até mesmo na academia, querer fazer o treino do amigo ou de algum famoso que mostrou seu treino para um revista. Copiar o treino nem sempre é eficiente e muitas vezes é perigoso, cada pessoa tem um nível, tem alguma restrição, objetivos diferentes, condicionamentos diferentes.

Não somos iguais e o treino também não deve ser. Treinos “receita de bolo” não funciona.

Verificar estado de saúde – se você já sentiu dores, se na sua família tem históricos de problemas cardíacos, dores articularesobesidade, entre outros, procure um médico!

Se houver alguma restrição o médico não irá te proibir te treinar, apenas terá que fazer exercícios adaptados, direcionados e na intensidade para o seu problema.

como treinar em casaComo treinar em casa mudando os exercícios?

Essa é outra barreira para muitas pessoas, afinal ficar fazendo os mesmos exercícios sempre, além de ser chato, nada desafiante, chega um ponto em que se torna ineficiente.

Fazer o mesmo exercício se torna ineficiente, simplesmente porque o corpo se adapta. Após o corpo se adaptar à aquela carga, aquele movimento e intensidade, não há mais quebras de fibras, não há aumento de frequência cardíaca, assim não tem mais evolução nem resultado.

Porém você não é obrigado a saber milhares de exercícios e saber como encaixar no seu treino cada um deles, isso é obrigação de um professor de educação física.

Dicas para treinar em casa

  • Ambiente – cuidado para não ter nenhum objeto ou alguém onde você possa pisar ou bater, evite acidentes.
  • Adaptações – é comum adaptar alguns objetos para realização de exercícios como usar uma cadeira, verifique o quanto é forte o objeto para realizar os exercício, uma cadeira de plástico, por exemplo, pode não aguentar a carga imposta.
  • Roupa – mesmo em casa é importante treinar com roupas fitness, lhe dará mobilidade, conforto e facilidade na transpiração.
  • Aquecimento – é fundamental fazer alguns minutos de aquecimento, e não são 10 minutos na esteira. Veja esse artigo sobre aquecimento. Aquecimento corporal.
  • Alongamento – é importante fazer alongamento. Se não der para alongar logo após a atividade, tire 15 minutos do dia para alongar, pode ser até no seu trabalho como eu mostro nesse artigo. Alongamento .

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É possível treinar em casa sim, basta querer e seguir essas dicas. Lembre-se: 15 minutos todo dia lhe darão resultados incríveis também.

Agora você já sabe como treinar em casa, gostou? Compartilhe! Abra um espaço na sala e…

Bom treino

Você comete esses erros quando Treina?

 

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Seja porque você não gosta da agitação da academia (o que muitas vezes significa ficar esperando muito mais que o desejado por um único aparelho) ou então porque a mensalidade ainda não cabe no bolso, o treino em casa pode acabar sendo uma boa opção para ficar em forma sem precisar sair do conforto do lar.

Mas assim como na academia não existe muita calma e a espera pode ser grande, do mesmo modo em casa não existe um espelho gigantesco nem há um instrutor para orientá-lo quanto à execução correta dos exercícios. Então, o que parecia uma grande vantagem pode atrapalhar seus ganhos e até mesmo causar lesões.

Mas tenha calma, pois isso não significa que você não deva treinar em casa: basta apenas prestar atenção a algumas dicas para evitar os erros comuns que você possa estar cometendo sem saber e que podem ser facilmente evitados.

Saiba quais são eles e comece a treinar de maneira adequada para obter melhores resultados com seus exercícios – sem precisar correr o risco de se lesionar.

1. Não treinar

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As grandes vantagens do treino em casa – comodidade e disponibilidade (você treina a hora em que quer) – podem ser também as maiores desvantagens. A mensalidade da academia costuma trazer consigo uma certa obrigação de frequência, que ainda que não seja obviamente verdadeira é psicologicamente correta. O fato de estar pagando pela academia pode deixá-lo com sentimento de culpa por desperdiçar o dinheiro caso opte por não ir regularmente à academia.

Já o treino em casa não traz consigo esse remorso, uma vez que se você não treinar não haverá prejuízo- financeiro, pois certamente haverá uma perda no seu condicionamento e um atraso na realização dos seus objetivos.

Como evitar:

As grandes vantagens do treino em casa – comodidade e disponibilidade (você treina a hora em que quer) – podem ser também as maiores desvantagens. A mensalidade da academia costuma trazer consigo uma certa obrigação de frequência, que ainda que não seja obviamente verdadeira é psicologicamente correta. O fato de estar pagando pela academia pode deixá-lo com sentimento de culpa por desperdiçar o dinheiro caso opte por não ir regularmente à academia.

Já o treino em casa não traz consigo esse remorso, uma vez que se você não treinar não haverá prejuízo- financeiro, pois certamente haverá uma perda no seu condicionamento e um atraso na realização dos seus objetivos.

Como evitar:

  • Se fazer atividade física já exige muita disciplina, o que dizer do treino em casa? Além das inúmeras distrações ao seu redor, é muito fácil chegar em casa e acabar se convencendo de que está muito cansado para treinar. Para evitar que isso aconteça, programe-se com antecedência e já deixe anotado em sua agenda (e de preferência em algum lugar que você possa ver diariamente, como um quadro ou anotação na geladeira) os dias em que deve treinar;
  • Comunique a todos da sua família com antecedência sobre seus treinos e fale sobre a necessidade de não ser incomodado por qualquer motivo;
  • Ligue sua música favorita e prepare-se (com aquecimento e alongamento) como se estivesse na academia, e não se esqueça de deixar as distrações de lado (celular, computador, etc). Foque no seu treino, e respeite os intervalos entre um exercício e outro.

 

2. Não ir até o limite

É claro que é muito mais fácil ter disposição para ir até o final da série quando tem uma porção de gente olhando, mas se você não se forçar, vai acabar trapaceando com mais frequência e quando se der conta suas repetições terão diminuído e você não estará obtendo mais nenhum benefício do treino em casa.

Como evitar:

  • Infelizmente nós seres humanos somos egocêntricos, e ser admirado faz bem para a musculatura, já que acaricia o ego. Mas você tem que pensar que está malhando para você, e que se você falhar em ir até o final, não vai obter nenhum ganho a partir do seu esforço;
  • Mantenha a concentração e imagine-se com o corpo que você está procurando construir e que estará cada vez próximo se você se esforçar e não desistir.

3. Dispensar o Personal Trainer

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Ainda que você não frequente a academia devido ao alto preço das mensalidades, o serviço de um personal trainer no início do treino em casa pode ser fundamental para você aprender a fazer corretamente os exercícios base e conseguir obter ganhos visíveis sem correr o risco de se lesionar.

Apenas um ou dois meses já podem ser mais do que suficientes para você começar a construir aquilo que será o alicerce do seu treino e a partir daí começar a fazer mudanças por conta própria. Outro grande benefício de se contratar um personal logo no início do treino em casa é que ele poderá orientá-lo quanto aos equipamentos que você pensa em comprar – sejam eles mais simples, como anilhas e cordas, até mais complexos, como esteiras e máquinas.

Como evitar:

  • Pense que um ou dois meses de personal vai acabar saindo infinitamente mais barato que um ano de treino na academia, e que afinal de contas você está fazendo um investimento, e não um gasto. Além de aprender a melhor técnica para cada exercício, você pode ainda economizar muito tempo, pois de que adianta você treinar todos os dias em casa e depois de vários meses não apresentar nenhum resultado?
  • Lembre-se, portanto. que ao investir em um profissional da área de educação física você estará fazendo bom uso não só do seu dinheiro como do seu tempo.

4. Falta de Motivação

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Quem está acostumado com a grande variedade de equipamentos da academia pode se sentir um pouco frustrado ao treinar em casa com menos recursos à disposição. Mas você já ouviu falar que mais nem sempre é igual a melhor? Pois então, vamos ver o seguinte.

Quantos aparelhos da academia você realmente utilizava com regularidade? Ou então quantas vezes você alternou a esteira com o elíptico e depois com o spinning? Poucas, não é mesmo?

A grande maioria das pessoas que frequenta a academia se limita a alguns poucos aparelhos, e a boa notícia é que com criatividade é possível reproduzir em casa boa parte dos exercícios oferecidos na academia. E sem contar que anilhas e o peso do próprio corpo podem ser melhores para o desenvolvimento muscular que boa parte das grandes máquinas sofisticadas.

Como evitar:

 

  • A rotina e a repetição dos exercícios é uma das grandes culpadas pela falta de motivação no treino em casa. A melhor maneira de evitar que isso ocorra com você é procurar variar o treino a cada semana, sempre encaixando exercícios novos;
  • Se você vai treinar glúteos, por exemplo, existem inúmeras maneiras de fazer agachamento em casa – não precisa ficar sempre repetindo o mesmo exercício clássico. Ou então para o treino de abdominal, que tal um dia utilizar a bola suíça, e no outro o colchão no chão, e depois outro exercício funcional?
  • Outra dica para evitar o desânimo é se preparar para o treino como se estivesse indo à academia: vestir as roupas adequadas, colocar suas músicas preferidas para tocar e deixar as distrações da porta para fora;
  • E de vez em quando, por que não convidar um amigo ou amiga para treinar em casa com você? Além de sair da rotina, você se sentirá mais motivado e com mais energia para manter a rotina.

5. Não ter um local adequado para treinar

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É claro que o sonho de todo mundo é ter uma academia em casa igual à das celebridades, com as últimas novidades em aparelhos, dezenas de anilhas e uma sala de fazer inveja a muitas academias. Infelizmente, no entanto, essa não é a realidade de grande parte de nós mortais, que não dispomos de um cômodo livre só para deixar os equipamentos de malhação.

Isso não significa, no entanto, que você deva treinar no sofá enquanto alguém assiste TV ou as crianças brincam no chão. Além das distrações, você não estará no “clima” de se exercitar, e muito provavelmente o treino em casa não irá render como deveria.

 

 

Os 5 melhores abdominais para chapar a barriga

Os exercícios mais poderosos para ficar com a barriga bem desenhada segundo a ciência

Curiosa para conhecer a lista dos melhores abdominais? “Os eleitos são alguns dos mais simples e conhecidos, mas que apresentam uma grande vantagem: acionam mais de uma parte do abdômen ao mesmo tempo”, diz Bianca Vilela, professora de educação física.

paperbackstack_550x498Para elaborar o ranking, os pesquisadores do Laboratório de Biomecânica da Universidade de San Diego, nos Estados Unidos, monitoraram um grupo de voluntários, que realizou os 13 exercícios mais comuns em ordem aleatória. Durante o teste, feito em maio de 2011, foi usado o eletromiógrafo, um aparelho que mede os sinais elétricos emitidos pelo músculo em atividade. O critério foi simples: quanto mais sinais eram descarregados, melhor posicionado ficava o exercício.

Aqui, você confere os 5 mais eficientes:

1. Bicicleta no solo

Abdominal bicicleta no solo

 (Fabio Heinzenreder/BOA FORMA)

Deitada, pernas unidas, levemente flexionadas e suspensas (um pouco acima do chão). As mãos ficam atrás da cabeça. Flexione um dos joelhos formando um ângulo de 90 graus e estique a outra perna. Ao mesmo tempo, leve o cotovelo do mesmo lado da perna estendida em direção ao joelho. Em seguida, faça o mesmo movimento com o outro lado. Complete 3 séries de 30 repetições.

2. Reverso

Abdominal reverso

 (Fabio Heinzenreder/BOA FORMA)

Deitada de costas, joelhos semiflexionados, mãos no chão, ao longo do corpo. Contraia o abdômen e traga os joelhos em direção ao peito até tirar o cóccix do chão. Faça 3 séries de 30 repetições.

3. Tradicional com a perna estendida

Abdominal tradicional com a perna estendida

 (Fabio Heinzenreder/BOA FORMA)

Deitada de costas, pernas unidas e estendidas para o alto, mãos atrás da cabeça. Eleve o tronco, tirando os ombros do chão, e volte. Faça 3 séries de 30 repetições.

4. Prancha no solo

Abdominal prancha no solo

 (Fabio Heinzenreder/BOA FORMA)

De bruços, com os antebraços no chão, pernas estendidas e ponta dos pés apoiada. Suba o corpo, formando uma linha reta da cabeça até os tornozelos, mantendo o abdômen contraído. Segure 30 segundos na posição. Repita duas vezes.

5. Tradicional na bola

Abdominal tradicional na bola

 (Fabio Heinzenreder/BOA FORMA)

Com a lombar bem apoiada na bola, deixe os joelhos flexionados, as pernas paralelas e afastadas na largura dos quadris, os pés firmes no chão e as mãos atrás da cabeça. Eleve o tronco, tirando os ombros da bola e volte. Quando subir, olhe para o alto e solte o ar. Faça 3 séries de 30 repetições.