10 Dicas Imperdíveis Para Planejar Uma Aula De Treinamento Funcional

Na hora de falar para seu novo aluno sobre o Treinamento Funcional você prega como ele é tudo de bom. Praticando a pessoa conseguirá melhorar a forma, se movimentar melhor e ter uma vida mais saudável em geral. Essa pessoa compra a ideia, fecha um plano com você e começa a treinar.

Mas um mês depois ela desapareceu das aulas. De vez em quando ela aparece para se exercitar com uma desculpa esfarrapada de porquê anda faltando. O instrutor sabe que treinando nesse ritmo ela nunca chegará onde quer. Ainda existe um grande risco desse aluno abandonar a aula de Treinamento Funcional completamente.

Sempre queremos evitar esse tipo de situação. Para quem depende das aulas para a renda o abandono é um problema sério. E também é um problema para o aluno que deixou de perder peso, se reabilitar de uma lesão ou melhorar sua vida por falta de motivação.

Agora vou te contar qual é a única maneira de manter seu aluno interessado e sempre presente na aula de Treinamento Funcional:

Preparando uma boa aula.

Parece simples, mas muita gente erra nisso e perde alunos. É exatamente por esse motivo que separei essas 10 dicas para montar a aula de Treinamento Funcional perfeita. Continue lendo para aproveitar!

  1. Prepare a aula com antecedência

Você ficaria impressionado pelo número de pessoas que deixam para preparar aulas na última hora.

Sei que a vida é corrida. É tanta coisa para fazer que o dia precisaria de 48 horas para dar tempo de tudo. Também passo por isso diariamente e temos que começar a entender que não é motivo para piorar a qualidade das aulas.

O aluno te procurou para conseguir melhorar seu corpo e aptidões físicas e você deve esse resultado a ele. A única maneira de atingir os objetivos do aluno é através de uma boa preparação de aula.

Mesmo que você precise parar no domingo à noite para isso, faça. Não adianta deixar para reunir uns 10 exercícios 30 minutos antes da sessão da turma começar.

Quer uma dica?

Marque no seu planejamento diário que a primeira tarefa do dia é preparar as aulas. Acorde, tome café e sente para fazer isso. De preferência tente manter seu planejamento adiantado, assim ficar um dia sem fazer não ficará muito prejudicado.

  1. Tenha sempre variações preparadas

Como é seu planejamento de aula?

Imagino que você use um protocolo para cada um dos alunos ou turmas. Nele você tem exercícios, número de séries, repetições e ordem dos exercícios. Talvez também tenha alguma observação para um aluno especial.

Mas você já pensou em deixar ideias para mais de um exercício para cada fase da aula?

Parece confuso, mas é bastante simples. Nem sempre o aluno consegue fazer o exercício que escolhemos com qualidade.

Acho que isso já acontece com você. A aula está correndo bem, o aluno faz todos os exercícios direitinhos. Porém chega na hora de alguns exercícios mais específicos e ele não consegue fazer uma flexão completa de jeito nenhum.

Quando isso acontece o instrutor geralmente acaba improvisando. Numa turma onde alguns alunos têm dificuldades para fazer flexão ele diria “Faz com o joelho no chão”. E assim a aula segue.

Mas será que conseguimos corrigir o problema do aluno com um mero improviso? E mesmo que o exercício improvisado seja eficiente, talvez o aluno também não consiga fazer.

Também existe a situação contrária, a pessoa acha o movimento fácil demais. Acontece e devemos estar preparados para isso.

Portanto, sempre tenha no seu protocolo uma ou mais variações, facilitadas e dificultadas dos movimentos. Elas servirão caso um problema desse tipo apareça no meio de uma aula. Tendo esse plano B preparado você consegue reagir mais rápido e manter a qualidade da sessão.

  1. Tenha uma evolução dos treinos em mente

Planejar aulas individualmente é um grande erro e logo você entenderá porquê.

Todo aluno deve ter uma evolução de seu treinamento, afinal de contas, ele quer chegar a um objetivo específico. Mesmo que ele só queira treinar para manter a saúde ele terá que evoluir em algum ponto.

Logo que a pessoa chega no seu espaço ela está em período de adaptação ao Treinamento Funcional. Detalhe, todo mundo passa por esse período, mesmo que seja alguém que treinava outra coisa anteriormente.

Depois disso esse novo aluno começará a evoluir tanto em dificuldade quanto em intensidade das sessões. E fazer isso sem planejamento é pedir para que o aluno fique desmotivado e te abandone de vez.

Existem vários tipos de planejamento, como mencionei no meu artigo sobre Treinamento Funcional para atletas. O semanal é importante, porque ele envolve cada aula, te ajudando a progredir durante a semana.

Porém também devemos saber em qual direção nossas aulas estão indo. Não existe necessidade de preparar todas as aulas do mês, do bimestre ou do trimestre. Porém é interessante ter um calendário com as evoluções do treinamento.

Tente deixar marcado pelo menos quando os alunos aumentarão as intensidades e complexidade dos exercícios. Assim você também prepara um guia para a hora de montar cada aula individual.

  1. Planeje pensando em um aluno médio

Quem trabalha com aula de Treinamento Funcional em grupo sabe como é raro trabalhar com alunos no mesmo nível. Como instrutor, você não pode pedir para um aluno mudar de turma de acordo com suas aptidões e nível.

Então provavelmente trabalharemos com alunos de níveis variados, capacidades diferentes e problemas de coordenação variados. Isso quando não estivermos com patologias diferentes.

Se você sabe como isso é, então deve imaginar a dificuldade para preparar essas aulas. Felizmente existe um truque que podemos usar para facilitar nossa vida de instrutor. Pense em um aluno médio.

Nem seu melhor aluno nem seu pior aluno podem servir como base para escolher os exercícios. Vamos compreender o motivo.

Imagine uma aula feita para aquela pessoa da turma com ótimo condicionamento físico. Esse aluno vai conseguir fazer a aula e praticamente todo o resto ficará de lado olhando. Se os exercícios forem muito desafiadores os outros alunos desistirão e ficarão desmotivados.

Agora imagine uma aula com exercícios para o pior aluno. Os outros vão ficar entediados. Tudo está muito fácil, eles vão completar o movimento rápido e ficar conversando. A falta de desafio é outro fator desmotivador e que faz com que alguém abandone as aulas.

Para ter uma aula ideal imagine como seria seu aluno médio. Aquele que não é muito avançado, nem está indo muito mal. Exercícios que ele consegue fazer serão mais desafiadores para aquela pessoa menos avançada, porém possíveis. Da mesma maneira, quem é mais avançado também conseguirá fazer e até com maior intensidade.

  1. Faça uma aula de Treinamento Funcional variada

Nós temos dezenas de exercícios no Treinamento Funcional. Combine isso com todos os acessórios que podemos utilizar, e você tem possibilidades infinitas.

Aproveite isso na sua aula. Querendo ou não, nossos alunos abriram mão do seu tempo livre para comparecer ao Treinamento Funcional. Portanto eles também esperam um pouco de divertimento ali.

Alunos adultos são bem mais focados, mas uma aula pelo menos um pouquinho lúdica ajuda a manter sua frequência. E uma ótima maneira de garantir que eles estão sempre interessados é utilizando novidades.

Sei que muita gente está sempre correndo atrás de variações de exercícios para deixar a aula mais interessante. Essa é uma ótima maneira e realmente vai deixar o aluno ansioso para cada aula.

Às vezes pode ser difícil pensar em uma variação de exercícios que sejam aplicáveis em aula. Felizmente existem vários exercícios disponíveis online. Recomendo acessar os exercícios que posto diariamente no Facebook e no Youtube.

  1. Use um aquecimento adequado

Sabemos que o aquecimento é algo essencial no Treinamento Funcional. Na verdade, ele nunca deve ser esquecido em qualquer atividade física.

Durante o aquecimento seu aluno consegue preparar o corpo para a prática física. Ele melhora a coordenação motora, tempo de resposta, lubrificação das articulações e diminui a probabilidade de lesão. Deu para entender como é importante, certo?

Só é interessante lembrar que um aquecimento feito de qualquer jeito nunca te dará esses resultados. Quem acha que chegar na academia, dar uma corrida na esteira é sinônimo de aquecer com qualidade está errado.

Na hora de preparar a aula você deve pensar também em como será o aquecimento. Para isso pense em:

  • Principais dificuldades do seu aluno;
  • Exercícios que serão realizados na aula;
  • Intensidade da aula.

Sabendo quais são as dificuldades do aluno, você conseguirá preparar suas musculaturas com compensações ou desequilíbrios. Inserir exercícios de ativação muscular para grupos como Core e glúteos é uma boa ideia no aquecimento.

Pense agora tanto nas dificuldades do aluno quanto nos exercícios que ele terá de fazer. Você consegue preparar um aquecimento que o deixa pronto para realizar o movimento com maior qualidade.

Por fim, a intensidade da aula também determina a intensidade do aquecimento. Uma aula mais moderada pode dar certo. Já um treino intenso, como um HIIT, precisaria de algo também mais intenso.

  1. Misture aptidões físicas na aula de Treinamento Funcional

Na academia de musculação convencional é normal dividir o tipo de treino. Isso é facilmente explicável já que os exercícios dessa modalidade focam em partes isoladas. Então faz sentido trabalhar membros superiores em um dia e inferiores no outro.

Uma aula de Treinamento Funcional é completamente diferente. A modalidade trabalha o corpo como um todo e dá preferência a exercícios multiarticulares. Não faz sentido e nem é indicado separar partes individuais para trabalhar.

Isso pouca gente faz, até por ser muito difícil fazer uma aula de TF só com exercícios isolados. Mas há quem queira dividir as aulas por aptidões físicas.

O Treinamento Funcional procura trabalhar todas as características que serão úteis em atividades diárias, como:

  • Coordenação motora;
  • Flexibilidade;
  • Mobilidade;
  • Estabilidade;
  • Equilíbrio;
  • Força.

Essas habilidades se completam, sendo que um corpo nunca será completamente funcional só com uma ou duas delas. Por isso evite separar uma aula só para trabalhar flexibilidade ou mobilidade ou até só equilíbrio.

Claro, existem casos isolados onde esse trabalho pode ser necessário. Um aluno com falta de mobilidade extrema talvez precise dedicar uma hora de aula só para isso. Porém é importante lembrar que essa não deve ser a regra para nossas aulas de Treinamento Funcional.

  1. Prepare treinos individualizados

Cada pessoa é diferente, cada turma é diferente então cada aula deve ser diferente. Você que é um profissional do Treinamento Funcional dedicado sabe disso.

Se sabemos isso, é necessário implementar no nosso planejamento do treino. Alguém que acha que preparar uma aula só e aplicar para todo mundo e todas as turmas deve repensar seus conhecimentos.

Tente preparar uma aula de Treinamento Funcional individualizada ao máximo.

Se você trabalha com Grupos?

Até uma aula para grupos pode ser especializada. Ou todas as suas turmas têm uma composição parecida?

Pense sempre nas necessidades individuais, ou mais presentes, nos alunos. A aula será focada neles para ajuda-los a atingir seus objetivos de maneira mais rápida.

Nessa individualidade devemos considerar os desequilíbrios, dificuldades e facilidades do aluno. Pensando nisso você conseguirá exercícios mais desafiadores e que trabalhem aquele corpo nas características que ele mais precisa.

A não ser que você queira ser um instrutor com poucos atrativos, evite ao máximo aulas padronizadas para todos. É até possível ter um padrão de aula para certos níveis ou patologias, mas ele deverá ser alterado de acordo com as características de cada um.

Lembrem do que eu sempre falo: não existe receita de bolo para tratar ou treinar um aluno. Cada um terá seus próprios problemas de movimento a serem resolvidos.

  1. Mantenha seus alunos informados sobre sua evolução

A informação é a chave para ter um aluno motivado. Minha recomendação é sempre contar para cada um dos seus alunos como ele está evoluindo.

Para ter essas informações, você também deverá seguir uma rotina de avaliações bastante frequente. Calma, não precisa separar uma aula de avaliação a cada mês. É possível espalhar exercícios avaliatórios durante uma ou duas aulas normais.

Assim você consegue perceber a evolução do aluno sem atrapalhar seu calendário de aulas. O Treinamento Funcional nos oferece a possibilidade de avaliar o corpo com os próprios exercícios da aula como afundos e pranchas. Então tudo fica mais fácil.

Com os resultados da avaliação em mãos, explique para o seu aluno como ele está progredindo. Se essa pessoa tinha alguma patologia ou disfunção, é interessante mostrar como seu corpo está ultrapassando esses limites.

Também mostre os desequilíbrios que ela já ultrapassou e como seu nível de condicionamento físico está melhorando. Mesmo que esses sejam resultados possíveis de perceber na vida cotidiana, o aluno se sentirá bem de ouvir do instrutor.

Ao sabermos que podemos evoluir em uma certa atividade, é normal querermos nos dedicar ainda mais a ela. Se você continuar realizando avaliações que mostram ao aluno sua progressão ele provavelmente irá em todas as aulas.

Conclusão

O Treinamento Funcional é uma modalidade completa, perfeita para diversos objetivos. Seu aluno já sabe o que ele queria quando começou a praticar, mas ainda pode ficar desmotivado.

Cabe a você mantê-lo interessado na prática de atividade física e ajuda-lo a conseguir chegar onde deseja. Comparecer às aulas é a única maneira real desse aluno melhorar seu corpo e sua mente.

Então quanto melhor for a aula preparada pelo instrutor melhor. As 9 dicas desse artigo devem te ajudar na preparação de uma aula de Treinamento Funcional perfeita, não deixe de aplicá-las.

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Exame de bioimpedância: O que é, para que serve e como funciona!

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Com o verão chegando a vontade de perder uns quilinhos e entrar em forma só aumenta, é nessa época que treinadores e nutricionistas se preparam para receber pacientes interessados em novas dietas e outras formas de ter um corpo sarado em pouco tempo. Para começar um treino intenso e uma boa dieta diária, especialistas da área indicam o paciente a fazerem o exame de bioimpedância, mas a maioria das pessoas desconhece o método.

Pensando em nossos leitores que buscam conhecimento sobre o exame de bioimpedância, preparamos um artigo especial para tirar todas as dúvidas sobre o que é esse exame, como funciona, para que ele serve e como isso poderá ajudar no processo de emagrecimento. Não perca mais tempo e saiba tudo a seguir!

O que é o exame de bioimpedância? Para que serve?

O exame de bioimpedância é um exame que mede através de uma leve corrente elétrica que passa pelo corpo a quantidade de água, gordura e massa magra. Em outras palavras, é um exame que mede sua composição corporal, a quantidade média desses três elementos.

Geralmente é um exame bastante comum entre atletas e esportistas, e também pessoas que querem manter o corpo saudável e em forma, porque com o exame você pode medir a quantidade de gordura corporal que contém, assim facilita o tipo de dieta que você tem que seguir.

O exame de bioimpedância é requisitado pelo médico especialista ou por um nutricionista, que dessa forma poderá acompanhar com precisão a evolução do seu tratamento e também prescrever uma dieta adequada ao seu objetivo, desempenho e necessidade.

Como funciona?

O exame de bioimpedância tem um nome complicado, mas o seu procedimento é muito simples, rápido e indolor. Você sobe em uma balança especial que medirá seu peso, você deverá posicionar sues pés e mãos em lugares específicos, informe também seu peso e sua idade. Através dos pés e das mãos passará uma leve corrente elétrica insensível à sua percepção, que medirá a quantidade de água, massa magra e gordura presente no seu corpo.

Essa medição acontece porque a água é um condutor de energia elétrica, por isso a corrente que passará por seu corpo poderá ser medida e conduzida através da água presente nele.

Logo após isso a balança imprimirá os valores medidos da sua composição corporal.

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Recomendações antes do exame

  • Recomenda-se hidratar o corpo para o exame, principalmente no dia anterior. Tome pelo menos dois litros de água no dia que antecederá o exame de bioimpedância.
  • É necessário também que se evite tomar chás e bebidas diuréticas nos sete dias anteriores ao exame.
  • Para o exame é necessário também um jejum de 4 horas.
  • Não consumir, em hipótese nenhuma bebida alcoólicas 48 horas antes do exame de bioimpedância.
  • Não consumir também bebidas que contém cafeína 24 horas antes do exame. Exemplo: café, chá mate, Coca-Cola, guaraná em pó e etc.
  • Evite marcar o exame no período menstrual. Isso pode afetar os resultados reais da sua composição corporal.
  • Não é recomendada a prática de exercícios 24 horas antes do exame.
  • É recomendado urinar 20 minutos antes do teste.
  • Se você foi caminhando até o local do exame, é recomendado que você faça repouso de pelo menos 15 minutos antes de iniciar a bioimpedância.

Quanto custa o exame de bioimpedância?

Após uma breve pesquisa nas principais clínicas que realizam o exame de bioimpedância, o valor médio cobrado pelo exame está entre R$100,00 e R$150,00.

É um valor alto para um simples exame que não dura mais que alguns minutos. É recomendável que você consulte o seu plano de saúde, caso tenha, e saiba informações se ele custeia uma parte do exame. Geralmente os planos de saúde não cobrem o exame de bioimpedância.

 

Tipos de bioimpedância

O exame de bioimpedância ele pode ser de três tipos, segmentar, regional ou total.

Bioimpedância regional: é o exame que irá mapear e passar a corrente elétrica em apenas uma das regiões, ou a região superior ou ingerir.

Bioimpedância segmentar: esse exame é mais detalhado, porque cada membro é avaliado separadamente.

Bioimpedância total: esse é o mais comum, onde a corrente elétrica atravessará todo o corpo e emitirá seu resultado.

O exame de bioimpedância te dará resultados referentes à: sua massa muscular esquelética, controle de gordura, água corporal total, taxa de metabolismo basal, seu índice de massa corpórea, massa livre de gordura e massa de gordura corporal.

5 vantagens dos cursos online

Entenda quais motivos podem fazer com que essa seja uma boa escolha!

Os cursos online são uma forma de ensino que vem se popularizando cada vez mais, principalmente por terem algumas vantagens em relação ao ensino presencial convencional. Entretanto, muitas pessoas não conseguem se adaptar a esse modelo de educação. Confira os motivos pelos quais você deveria realizar um curso online:

1 – Flexibilidade

O ensino online tem uma grande vantagem em relação ao presencial: os estudantes podem escolher qual o melhor momento para estudarem. Diferentemente das instituições que criam uma grade de aulas que todos os alunos precisam assistir às aulas no mesmo horário, o ensino online possibilita que cada um da turma acesse o conteúdo no momento que quiser. É uma boa alternativa para as pessoas que têm uma rotina muito acelerada e, ainda assim, gostaria de estudar.

2 – Preço

Existem duas modalidades de cursos online: os pagos e os gratuitos. Mesmo aqueles para os quais é necessário desembolsar algum dinheiro, o valor é muito menor do que comparado a um curso presencial. Por isso, pesquise sobre qual a melhor modalidade pra você.

3 – Variedade

Muitos cursos disponíveis na internet não existem em versões presenciais. Por isso, você aumenta suas chances de encontrar algum assunto que realmente o interessa. Além disso, o curso pode ser muito mais específico e dá-lo um embasamento incrível sobre os assuntos que você gosta.

4 – Praticidade

Outra vantagem dos cursos online é que você pode realizar a aula de qualquer local que tiver acesso com a internet. Você pode assistir à aula do curso na sua casa, em um café ou até mesmo em uma biblioteca: o ambiente fica a sua escolha. Assim, você pode ter um rendimento elevado por estar onde se sente realmente confortável para estudar.

5 – Interatividade

A internet possibilitou o surgimento de diversas plataformas que ajudam nos estudos. Por isso, ao realizar um curso online, você pode entrar em contato com várias delas e ter um rendimento positivo ao final da experiência. Você pode se deparar com vídeos explicativos, infográficos, podcasts e outros materiais interativos, que também podem ser adaptados nas aulas presenciais.

 

Fonte: Universia Brasil

Personal Trainer Revela Os Segredos Para Ter um Corpo Sarado, sem Academia e com meia hora por dia!

Olá, meu nome é Fernando Richard, sou Personal Trainer a mais de 10 anos, atendendo muitas pessoas com diversos objetivos, e descobri que a maior dificuldade delas era a perda de peso.

Normalmente meus clientes treinavam uma hora por dia e ainda faziam aulas extras, como: corrida, pedaladas, jump, step, spining e etc… O resultados não apareciam, e as pessoas ficavam frustradas, pois estavam se dedicando e não saiam do lugar.

Os treinos sempre davam o retorno esperado quanto a: melhora na disposição, condicionamento físico, mobilidade, flexibilidade, e até mesmo estéticos, porem peso e diminuição de gorduras viscerais, não sofriam alterações significativas, e foi onde descobri os motivos que dificultava que os resultados aparecessem, e agora meus clientes estão satisfeitos.

Acesse ao treino gratuito em pfd com imagens dos exercícios 

   O Método: 

  Todas as pessoas sabem que para ter resultados é necessário que se pratique atividade física, dieta, sono, hidratação entre outros cuidados, e juntando todo esse repertório de cuidados, resolvi apresentar a FÓRMULA, que não é magica, mas vem beneficiando muitas pessoas que aderiram e acreditaram  que era possível e sem passar fome, com os seguintes cuidados.

  1.  Treinos de 2 a 5 vezes na semana, meia hora por treino funcional.
  2. Alimentação, incluir shake, sopas chás desintoxicantes.
  3. Treinamento em grupos, aumentando a motivação para treinar. 

Os valores são inferiores ao de um Personal Trainer, pois os treinos são feitos em grupos e a motivação é muito maior, por não estar sozinho atrás de algo que muitas pessoas estão, e a troca de informações é o que dá o real foco para continuar obtendo resultado.

Exame é de bioimpedância tetrapolar, que analisa os seguintes parâmetros:

1-Aferição de peso

2- Gordura corporal total

3- Massa livre de gordura

4- Massa de músculo esquelético

5- Massa óssea

6- Percentual de água corporal

7- Nível de Gordura Visceral

8- Taxa metabólica basal

9 – Idade metabólica

10 – Análise segmentada de gordura e massa muscular.

   Planos:

     

Para adquirir é muito fácil, e para marcar uma aula experimental:

 

Treino de atleta serve para emagrecimento?

 Um treinamento elaborado para atletas serve para pessoas com diversos objetivos, inclusive para método de emagrecimento. Porem, quando se pensa em treinos para atletas, não se planeja apenas para condicionamento, mas para melhorar deficiências e aprimorar valências físicas que estão sendo exigidas com maior frequência e que são responsáveis pela qualidade dos movimentos, e onde se torna o principal mecanismo que proporciona as lesões mais frequentes.

Um treino para atleta passa por programações semanais e ou mensais, e cada faze de treinamento é responsável por: prevenir lesões, promover condicionamento Físico geral, especifico, mobilidade, força, flexibilidade resistência anaeróbica , resistência aeróbica, potencia, agilidade e precisão seja para lanças/chutar, arremessar entre outros.

Ja o treino para emagrecimento pode passar por ciclos de treinamento, porem não se passa por testes ou competições, e por este motivo geralmente se pula algumas fazes, partindo para o objetivo principal, que é o emagrecimento, aumento do gasto calórico, super series, circuitos e até mesmo a musculação, visando mais volume e intensidade, para que o corpo continue “queimando as calorias” mesmo no repouso, ou no período que não esteja fazendo atividade física.

veja 3 videos de treino de atleta que pode ser utilizado para emagrecimento.

Vídeo 1

Vídeo 2

Vídeo 3

O que vai diferenciar se é para atletas ou emagrecimento é a forma que vai ser planejado a sequencia dos exercícios, volume de series e repetições, e duração do treino.

esses exercícios foram utilizados na pré temporada do atleta, e acada semana vai se intensificando o treinamento, até que esteja todo o corpo em equilíbrio, ai sim se insere as cargas.

veja o video de um treino de atletas aplicado em grupos de emagrecimento:

Veja que é um treino que te como objetivo melhorar o condicionamento físico geral e é um treino intervalado, e que um atleta tem como obrigação de dar o máximo de si para atingir o objetivo. Já para este grupo, a ideia é cada um fazer no eu limite, sem precisar ultrapassar a faixa de 60 a 80% do seu batimento cardíaco.

Então, treine com objetivo, e obterá resultados que os atletas conseguem atingir!